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A GRANDE FARSA, O CO² NÃO ESTÁ DERRETENDO AS GELEIRAS DO PLANETA

segunda-feira, 12 de março de 2012


O planeta passa sim por um processo de aquecimento, se bem que alguns indicativos mostram que esse aquecimento atingiu seu pico no ano de 1998, mas o que interessa dizer é que o CO² não foi, não é, e nunca será um fator determinante na regulação do clima do planeta.

Quando ouvimos a expressão "mudanças climáticas" somos condicionados a acreditar que nós, seres humanos, as estamos provocando, porém não é bem assim. O clima da Terra não é estático, passamos por períodos de resfriamento que culminam em Eras Glaciais, e posteriormente a temperatura volta a se elevar até atingir um pico ante de um novo resfriamento. Sendo assim constatamos que o resfriamento e o aquecimento global são processos naturais, sempre foi assim, independente da presença humana no planeta.

O que determina realmente as condições do clima na Terra é o Sol e os Oceanos, e no caso do sol, é em função de vários ciclos a que ele responde que faz com que, em intervalos de milhares de anos, a Terra esfrie e aqueça. Prova disso é o Aquecimento Global verificados em vários planetas do nosso Sistema Solar, e nem preciso citar que nesses planetas não existe atividade humana. São vários ciclos solares, com duração de 5 anos, 10 anos, 50 anos, 500 anos, 1000 anos, 10000 anos e por aí vai.

O DERRETIMENTO DAS CALOTAS POLARES

Para começar o real assunto deste post gostaria que o nobre leitor observasse com bastante atenção a imagem a seguir, pois é de fundamental importância para o entendimento do assunto a compreensão do raciocínio deste que humildemente lhes escreve:


Temos duas situações que, apesar de parecerem iguais, são bem distintas em relação ao derretimento devido ao Aquecimento Global em virtude do CO².

Na situação A podemos observar o real derretimento de uma calota, notem a água que escorre da parte de cima do bloco de gelo.

Na situação B podemos observar a imagem mais difundida e divulgada em relação ao derretimento das calotas polares em virtude do Aquecimento Global, um grande pedaço de gelo que se desprende do grande bloco.

Como eu disse, o planeta passa sim por um processo natural de aquecimento, e em algumas partes do planeta, veja bem, em algumas partes, ocorre o derretimento do gelo em virtude da alta da temperatura, evidenciado na situação A da imagem acima e novamente representado na figura logo abaixo:


O gelo derrete como um todo nesse real processo de derretimento. Seria como alguém colocar uma pedra de gelo dentro de uma estufa, essa pedra derreterá por completo, e não terá pedaços se desprendendo dela. Agora eu pergunto, quantas imagens desse real derretimento você vê na mídia? Pouquíssimas imagens, pois esse é um processo natural, sempre ocorreu após uma era glacial, e com certeza com o resfriamento do planeta esse gelo voltará a se formar.

Agora a situação B, quantas vezes você vê essa imagem na mídia quando o assunto é Aquecimento Global?


Sempre, pois ela é alarmante, tem o poder de criar uma sensação de catástrofe nas pessoas. Mas se o clima está mais quente esse gelo deveria derreter como na situação A, e não somente em sua base, que é o que faz com que ele se desprenda e caia na água. Para isso há uma explicação científica, lógica e racional.

Essas imagens mostram o desprendimento de blocos de gelo no Ártico, no hemisfério norte, já que na Antárdida, desde que começaram a fazer medições, isso a 60 anos atrás, tem-se observado um aumento na quantidade de gelo naquele local. Isso não deveria acontecer, pois se o clima mais quente derrete as geleiras isso deveria valer também para a região sul do planeta, porém vamos nos concentrar no problema do Ártico que é o mais comentado.

Esse processo de desprendimento de grandes pedaços de gelo das calotas é natural. Notem que em muitas reportagens utiliza-se o seguinte termo, por exemplo, a quantidade de gelo é a menor em 60 anos, isso deixa claro que a mais de 60 anos atrás existia menos gelo do que a 60 anos,  a 60 anos o gelo atingiu seu nível máximo e depois disso começou a se desprender novamente até os dia atuais. Isso mostra que o processo sempre existiu, obedecendo a um ciclo, o gelo começa a se desprender das calotas, depois esse gelo se forma novamente e então começa a se desprender mais uma vez. Existiram várias expedições no início do Século XX destinadas a verificar o motivo do "derretimento", e como o gelo voltou a se formar, agora as atenções se voltam novamente para o seu desprendimento. Entre 1938 a 1942 o desprendimento de grandes blocos de gelo das calotas do Ártico foi imensamente maior do que é hoje, sendo que em 2007 o encolhimento do gelo atingiu a ordem de 3 milhões de quilômetros quadrados, porém os dados de setembro de 2009 mostram a clara recuperação do gelo, inclusive sendo maior do que em 2005.

Esse processo de desprendimento de blocos de gelo das calotas ocorre em grande parte devido a um ciclo lunar de 16,88 anos, onde verificamos que a órbita da lua realiza um movimento de precessão, mais ou menos como se fosse um pião em torno do nosso planeta.

Quando esse ciclo está em seu ápice, no caso entre 2005 e 2007, os oceanos tropicais, a mais ou menos uma latitude Norte e Sul de 40°, ficam um pouco mais elevados do que o oceano do Ártico. Esse desnível faz com que as correntes oceânicas quentes (Kuroshio no Pacífico e a do Golfo do México no Atlântico) levem mais calor dos Trópicos para o Ártico, pois a água viaja um pouco mais rápida rumo ao norte e chega lá mais quente, cerca de 1°C. Essa água com temperatura mais elevada entra por baixo do gelo e derrete dua base, que representa 90% da estrutura da calota polar. Derretendo essa estrutura, os 10% de gelo que fica na superfície perde sustentação, ocasionando assim o desmoronamento de parte do gelo, sendo que o derretimento é em sua base, e não devido ao Aquecimento Global.

AUMENTO DO NÍVEL DO MAR

Gelo flutuante não causa o aumento do nível do mar, pois ele já desloca o volume que irá ocupar quando fundir.

Todo corpo mergulhado em um líquido recebe um empuxo vertical, para cima, igual ao líquido deslocado pelo corpo. O gelo possui densidade menor do que a água, devido a isso ele flutua. Quando ele derrete e passa do estado sólido para o líquido seu peso não sofre alteração, apenas a densidade passa de 0,9 para 1.

Vamos tomar como exemplo uma placa de gelo de 1.000Kg e densidade de 0,9 a deriva no mar, ocupando um volume de 1.111 decímetros cúbicos, sendo 111 acima da água. Essa placa de gelo ao derreter não perderá peso, continuará com os mesmo 1.000Kg, porém vai se reduzir a um volume de 1.000 litros (decímetros cúbicos), já que sua densidade será 1. Partindo do ponto que o peso não muda, o empuxo não muda, não havendo aumento no nível.

Faça a seguinte experiência em casa: pegue um copo e o encha de água até a borda, coloque uma pedra de gelo. Repare que ao passo que o gelo derrete a água não transborda do copo.


Algumas pessoas dizem o problema seria pedaços de gelo que se encontram a baixo daqueles que estão flutuando, você pode repetir a experiência com vária pedras de gelo.


Fica claro que o volume dos oceanos aumentou sim nos últimos 12 anos, porém notá-se que é um fenômeno natural, em virtude desse ciclo lunar. Esse aumento pode chegar a 10cm no ápice do ciclo, porém o que foi comprovado é que houve um aumento de 3cm.

É claro e evidente que temos que buscar fontes limpas de anergia, pois a queima de combustíveis fósseis causa vários problemas de saúde as pessoas e animais, temos que buscar de maneira incessante o desenvolvimento sustentável, porém temos que entender que o CO² proveniente da atividade humana não foi, não é e nunca será um fator determinante da regulação do clima da Terra, e nem influencia tal aquecimento.

Estações do ano

terça-feira, 6 de março de 2012


Chamamos de estação do ano cada uma das quatro subdivisões do ano baseadas em padrões climáticos. São elas: primavera, verão, outono e inverno. As estações do ano ocorrem devido à inclinação da terra em relação ao sol. Podemos dizer então que as estações são ocasionadas pelo eixo de rotação da Terra, juntamente com o movimento da mesma em torno do sol, que dura um ano e recebe o nome de translação. Veja a seguir as características de cada uma delas.



Primavera(do latim: primo vere, no começo do verão)

Inicia após o Inverno (aproximadamente no dia 20 de março no Hemisfério Norte e 23 de setembro no Hemisfério Sul) e seu sucessor é o Verão (termina aproximadamente no dia 21 de junho no Hemisfério Norte e 21 de dezembro no Hemisfério Sul).

A principal característica da primavera é o reflorescimento da flora e da fauna terrestres.

Verão(do latim vulgar: veranum, veranuns tempus, tempo primaveril ou primaveral)

Inicia após a Primavera (aproximadamente no dia 21 de junho no Hemisfério Norte e 21 de dezembro no Hemisfério Sul) e seu sucessor é o Outono (termina aproximadamente no dia 23 de setembro no Hemisfério Norte e 21 de março no Hemisfério Sul).

Neste período, as temperaturas permanecem elevadas e os dias são mais longos.

Outono(do latim autumno)

Inicia após o Verão (aproximadamente no dia 23 de setembro no Hemisfério Norte e 22 de março no Hemisfério Sul) e seu sucessor é o Inverno (termina aproximadamente no dia 21 de dezembro no Hemisfério Norte e 20 de junho no Hemisfério Sul).

Nesta estação, os dias ficam mais curtos e mais frescos. As folhas e frutas já estão maduras e começam a cair. Os jardins e parques ficam coberto de folhas de todos os tamanhos e cores.

Inverno(do latim: hibernu, tempus hibernus, tempo hibernal)

Inicia após o Outono (aproximadamente no dia 21 de Dezembro no Hemisfério Norte e 21 de junho no Hemisfério Sul) e seu sucessor é a Primavera (termina aproximadamente no dia 21 de março no Hemisfério Norte e 23 de setembro no Hemisfério Sul).

A principal característica do inverno é a queda da temperatura, podendo variar em algumas regiões bem abaixo de 0 ºC, até mesmo no Brasil.

Extrativismo


Extrativismo é a atividade de extrair da natureza os recursos que está à disposição do homem sejam estes produtos de origem animal, vegetal ou mineral.
É considerada a mais antiga atividade humana, antecedendo a agricultura, a pecuária e a indústria. O extrativismo é praticado mundialmente através dos tempos por todas as sociedades.
Existem três tipos de extrativismo. São eles:
  • Extrativismo animal: pesca e caça.
  • Extrativismo vegetal: onde há a simples extração de produtos vegetais que não foram cultivados pelo homem, como madeira, óleos, frutos, borracha, entre outros. Não devemos confundir extrativismo vegetal com agricultura. No extrativismo, o homem somente coleta os recursos que a natureza lhe proporciona; na agricultura, o homem faz a colheita daquilo  que plantou e cultivou. O extrativismo vegetal também é chamado de coleta vegetal.
  • Extrativismo mineral: é a extração dos minerais úteis que existem na crosta terrestre, como o ferro, o alumínio, o cobre e muitos outros. O extrativismo mineral também recebe o nome de mineração.

O Cerrado Brasileiro: paisagens maravilhosas.



O bioma Cerrado apresenta a segunda maior formação vegetal brasileira, com uma área total de 2 milhões de km², abarcando cerca de dez estados do Brasil.Típico de regiões tropicais, o cerrado possui duas estações bem definidas: inverno e verão. Com solo de savana tropical, deficiente em nutrientes e rico em ferro e alumínio, abriga plantas de aparência seca. Entre arbustos esparsos e gramíneas, e o cerradão, um tipo mais denso de vegetação, de formação florestal. Concentra três grandes bacias hidrográficas da América do Sul: Tocantins-Araguaia, São Francisco e Prata. Mais informações, recomenda-se: O cerrado brasileiro. Disponível em: < http://www.portalbrasil.net/cerrado.htm>

Paisagens do Cerrado

Jalapão - TO 

Rio Tocantins 
Tocantins-Arguaia 
Tipos de vegetação

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As 5 últimas imagens pode-se encontrar em: recor.org.br

Meteorologistas preveem 2012 entre os 10 anos mais quentes.


Desde sexta-feira, parece que a chuva retornou ao RS e já melhorou a situação dos nossos rios, amenizando a seca. As cidades abastecidas pelos rios Gravataí e Sinos, têm um alento, pois os níveis já críticos, se elevaram consideravelmente.

Mas ao que parece, estamos loge de vermos um clima mais "amigável". Pois os estudos científicos mostram que o aquecimento global está influneciando significativamente nos eventos climáticos.

Segundo matéria (leia AQUI), o ano de 2012 pode se tornar um dos dez mais quentes desde 1850, com temperaturas globais quase 0,5 grau Celsius mais elevadas que a média registrada no período 1961-1990, afirmou o Met Office, o Departamento de Meteorologia do Reino Unido.

O Met Office e a Universidade de East Anglia divulgaram no mês passado dados preliminares mostrando que 2011 foi o 11º ano mais quente já registrado, 0,36 grau Celsius acima da média de longo prazo aferida entre as décadas de 1960 e 1990, que foi de 14 graus.

Os meteorologistas previram que em 2012 o desvio acima da média será de 0,48 grau, com uma margem de erro de 0,14 grau para mais ou menos.

"Em 2011, vimos um fortíssimo La Niña [fenômeno climático caracterizado pelo resfriamento das águas no Pacífico equatorial], que pode resfriar temporariamente as temperaturas globais."
"O La Niña voltou, e embora não seja tão forte quanto no começo do ano passado, ainda assim deve influenciar as temperaturas, e esperamos que 2012 seja ligeiramente mais quente do que no ano passado, mas não tão quente quanto 2010", disse Adam Scaife, chefe do departamento do Met Office que realiza previsões de longo prazo.

O Met Office disse que suas cifras relativas a 2011 foram parecidas com as publicadas pela OMM (Organização Meteorológica Mundial), que estimou a temperatura do ano passado em 0,41º grau acima do normal.

A OMM considera que 2010 foi o ano mais quente já registrado. A organização também indicou que todos os 12 anos mais quentes da história ocorreram entre 1998 e 2011.

As estimativas da OMM se baseiam em dados do Met Office, do Centro Nacional de Dados Climáticos dos Estados Unidos e do Instituto Goddard de Estudos Espaciais, da Nasa.

Fonte: GT
 
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