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Não é 666... Revelado o verdadeiro 'Número da Besta'

sexta-feira, 24 de junho de 2016

666 NÃO é o número da Besta... qual é o número da Besta afinal?

“Quem tiver inteligência calcule o número da besta, pois é número de um homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis”... a partir daí o 666 se tornou provavelmente o número mais mitológico de todos os tempos, mas nem essa fama de maldito conseguiu lhe poupar, e ele acabou sendo contestado por uma equipe de cientistas liderada por David Parker, da Universidade de Birmingham, na Inglaterra.
Acontece que o famoso "Número da Besta" pode ter sido simplesmente uma leitura errada dos textos antigos do Apocalipse, atribuídos ao discípulo João...

Número da Besta - 666 - Bíblia

Em 2005 pesquisadores descobriram no Egito um fragmento original do Livro do Apocalipse do século 3, e com novas técnicas de fotografia, os especialistas em textos clássicos revelaram que o verdadeiro número da besta seria “616”...

Sim, acredite. De acordo com as novas descobertas baseadas em análises detalhadas e novas tecnologias, o número 666 na verdade seria apenas uma confusão devido a dificuldade de leitura dos pergaminhos originais.

Número da Besta - 666 ou 616

O professor Parker afirmou que os cristãos antigos costumavam usar números para representar os nomes de seus inimigos, e assim evitarem perseguições dos antigos romanos, e o número 616 seria apenas a representação do nome do imperador Calígula”.

E você o que acha disso? Prefere continuar acreditando no 666 ou vai tentar se adaptar ao 616? Você conhece alguma outra teoria que explique o "Número da Besta"? Não deixe de registrar sua opinião nos comentários!
Fonte: http://www.curtoecurioso.com/

Saiba o verdadeiro significado sobre a pascóa que padres e pastores tentam esconder da população

terça-feira, 7 de junho de 2016

 A Páscoa é uma festa e feriado comemorado por milhões de pessoas ao redor do mundo que celebram a ressurreição de Jesus de entre os mortos, descritas no Novo Testamento, como tendo ocorrido três dias após a sua crucificação no Calvário. É também o dia em que as crianças animadamente esperaram o coelhinho da Páscoa chegar e entregar seus  ovos de chocolate (ovos de páscoa).
A Páscoa é uma “festa móvel”, que é escolhida para corresponder com o primeiro domingo após a lua cheia depois do equinócio de março, e ocorre em datas diferentes ao redor do mundo. Igrejas ocidentais usam o calendário gregoriano, enquanto as igrejas orientais usam o calendário juliano. Então, onde é que esta “festa móvel” começa, e quais são as origens das tradições e costumes comemorados neste dia tão importante em todo o mundo?

A maioria dos historiadores, incluindo os estudiosos bíblicos, concordam que a Páscoa foi originalmente uma festa pagã. De acordo com o Dicionário Bíblico “Novo Unger”: “A palavra Páscoa é de origem saxônica, Eastra, a deusa da primavera, cujos sacrifícios foram oferecidos sobre a época da Páscoa de cada ano. Por volta do século oitavo anglo-saxões haviam adotado o nome para designar a celebração da ressurreição de Cristo. “No entanto, mesmo entre aqueles que sustentam que a Páscoa tem raízes pagãs, há alguma discordância sobre a qual tradição pagã o festival emergiu. Aqui vamos explorar algumas dessas perspectivas.

Ressurreição como um símbolo do renascimento

Uma teoria que foi apresentada é que a história da Páscoa, da crucificação e ressurreição é um símbolo do renascimento e da renovação e reconta o ciclo das estações, a morte e o retorno do sol.

Segundo alguns estudiosos, como o Dr. Tony Nugent, professor de Teologia e Estudos Religiosos da Universidade de Seattle, e pastor presbiteriano, a história da Páscoa vem da lenda suméria de Damuzi (Tamuz) e sua esposa Inanna (Ishtar), um mito épico chamado de “The Descent of Inanna” encontrado inscrito em tabuletas de argila cuneiforme que datam de 2100 a.C.

Quando Tammuz morre, Ishtar fica aflita e segue-o para o submundo. No submundo, ela entra através de sete portas, e seu traje mundano é removido. “Curvada e nua”, ela é julgada, morta, e depois pendurada para exibição. Na sua ausência, a terra perde sua fertilidade, plantações deixam de crescer e animais param de se reproduzir. A menos que algo seja feito, toda a vida na Terra iria acabar.


Depois que Inanna está desaparecida há três dias, sua assistente vai pedir ajuda a outros deuses. Finalmente um deles Enki, cria duas criaturas que carregam a planta da vida e da água para baixo, para o submundo, e aplicam esses elementos em Inanna e Damuzi, ressuscitando-os,  dando-lhes o poder de voltar para a terra – como a luz do sol – por seis meses. Após os seis meses, Tammuz retorna ao submundo dos mortos, permanecendo lá por mais seis meses, e Ishtar o persegue, o que leva o deus da água a resgatar os dois. Assim foram os ciclos da morte (inverno) e vida (primavera).
Dr. Nugent é rápido em apontar que traçando paralelos entre a história de Jesus e o épico de Inanna “não significa necessariamente que Jesus, que foi crucificado, não era uma pessoa real, mas sim que, se existiu, a história sobre ele está estruturada e embelezada de acordo com um padrão que era muito antigo e generalizado”.

A deusa sumeriana Inanna é conhecido fora da Mesopotâmia por seu nome babilônico, “Ishtar”. Na antiga Canaã Ishtar é conhecida como Astarte, e seus homólogos no grego e panteões romanos são conhecidos como Afrodite e Vênus. No século 4, quando os cristãos identificaram o local exato em Jerusalém, onde o sepulcro vazio de Jesus havia sido encontrado, eles selecionaram o local onde um templo de Afrodite (Astarte / Ishtar / Inanna) situou-se. O templo foi demolido e a Igreja  do Santo Sepulcro foi construída, a igreja mais sagrada no mundo cristão.


Dr. Nugent assinala que a história de Inanna e Damuzi é apenas uma de uma série de contos de morte e ressurreição de deuses que representam o ciclo das estações e as estrelas. Por exemplo, a ressurreição de Hórus (egípcio); a história de Mithras, que era adorada na primavera; e o conto de Dionísio, ressuscitado por sua avó. Entre essas histórias estão prevalecendo temas da fertilidade, concepção, renovação, descidas até as trevas, e o triunfo da luz sobre as trevas ou o bem sobre o mal.
 Fonte: http://gigadicas.com/

Entenda a verdade sobre o Holocausto

segunda-feira, 29 de setembro de 2014


Dormitório coletivo de judeus em campo de concentração polonês, 1943.
Dormitório coletivo de judeus em campo de concentração polonês, 1943.

Quando Adolf Hitler assumiu o comando da Alemanha em 1933, aquele país iniciou a institucionalização de uma ideologia mortífera. Se por um lado a repulsa aos judeus e outras categorias já existia na Europa há séculos, seria inédita a postura assumida pelo governo para lidar com essa situação. Sustentados por um pensamento pseudo-científico conhecido como darwinismo social, os nazistas perseguiram e executaram milhões de civis em um episódio que ficou conhecido como Holocausto.

Apesar do tema ser exaustivamente trabalhado, as dúvidas a seu respeito são numerosas. Boa parte do que se "sabe" sobre o holocausto é baseado em filmes que às vezes partem para o apelo emocional, fugindo à realidade. No campo científico os estudiosos acabam sendo mais cuidadosos com números e análises.

Este artigo reúne alguns dos principais fatos sobre a perseguição e extermínio massivo de milhões de pessoas. Afinal, quem, quando e quantos foram atingidos? Quem foi o responsável e quais suas motivações? Existe algum nível de exagero ou distorção da verdade? Leia essas respostas e veja fotografias que poderão contextualizar melhor este tema.


1 - O Holocausto era sustentado por uma pseudo-ciência

Uma pseudo-ciência que chegou a ser lecionada em universidades está diretamente ligada às práticas desumanas aplicadas durante o Holocausto: a Eugenia. Seu principal objetivo era desenvolver maneiras de manipular e otimizar a evolução humana de acordo com os princípios darwinistas aplicados à humanidade (darwinismo social). Na prática se tornou terreno para legitimar o racismo e defender práticas extremamente polêmicas, como a esterilização e extermínio de grupos genéticos inteiros. Por questões que envolvem ética e a prova da inexistência de diferentes raças humanas, a eugenia já não é mais considerada uma ciência, entretanto ainda nos dias de hoje é possível observar a aplicação e defesa de seus princípios principalmente em países europeus.

Soldado nazista ridiculariza os cabelos do jovem e aflito judeu polonês. Observe que ele carrega uma tesoura na mão esquerda.
Soldado nazista ridiculariza os cabelos do jovem e aflito judeu polonês. Observe que ele carrega uma tesoura na mão esquerda.

2 - O Holocausto começou antes da Segunda Guerra Mundial

Desde o começo da década de 1930, quando os nazistas chegaram ao poder, começaram a surgir diversas leis de cunho racista que visavam limitar os direitos dos judeus, as novas regras proibiam desde a realização de casamentos entre judeus e arianos até mesmo a frequentar locais públicos (inclusive hospitais). Pode parecer estranho imaginar que a comunidade internacional conviveu com isso por anos, mas esta é a realidade. Enquanto os judeus mais ricos simplesmente fugiram para outros países, os mais pobres ficaram até o cerco se fechar.

Sinagoga completamente destruída durante a Noite dos Cristais (Kristallnacht), Dortmund, Alemanha, 1938.
Sinagoga completamente destruída durante a Noite dos Cristais (Kristallnacht), Dortmund, Alemanha, 1938. A Noite dos Cristais foi uma onda de violência antissemita ocorrida após o assassinato de um embaixador alemão por um judeu na França. Praticamente sem qualquer interferência da polícia ou corpo de bombeiros, cidadão alemães enfurecidos destruíram templos e saquearam lojas em um episódio que resultou na morte de dezenas de judeus em toda a Alemanha. O nome Noite dos Cristais faz referência ao grande número de vidraças (das lojas judaicas) quebradas pela população naquela madrugada.

3 - O Holocausto não se resumiu aos judeus

Não há dúvidas que o povo mais perseguido pela Alemanha Nazista foi o judeu, mas não foram somente eles que sofreram perseguições, prisões e execuções sumárias. Entre os indesejáveis do Terceiro Reich também figuravam outros grupos étnicos não-arianos, como os ciganos e eslavos. Outras categorias como aleijados, homossexuais e inimigos políticos (comunistas, anarquistas, testemunhas de jeová, etc...) também acabaram em campos de concentração.

Prisioneiro britânico frente a Heinrich Himmler, um dos grandes idealizadores do Holocausto.
Prisioneiro britânico frente a Heinrich Himmler, um dos grandes idealizadores do Holocausto.

4 - Muitos prisioneiros foram usados como cobaias para experimentos médicos

O uso de cobaias humanas hoje em dia é algo extremamente delicado e sua discussão sobre questões éticas acaba impondo limites às realizações de determinados testes. No contexto do holocausto alguns médicos nazistas realizaram experiências mortíferas que envolviam homens, mulheres e até mesmo bebês. O principal responsável por essas experiências foi Josef Mengele, conhecido como O Anjo da Morte, médico chefe do temido campo de extermínio Auschwitz-Birkenau. Fontes indicam o uso de milhares de prisioneiros em experiências quase sempre fatais, e quando a vítima sobrevivia, era executada para uma análise de seu cadáver. Entre as experiências realizadas podemos citar: exposição à radiação, congelamento, consumo exclusivo de água do mar e até mesmo dissecação de vivos para observar a evolução de doenças e infecções.

Crianças ciganas em estágio avançado de desnutrição. Elas foram usadas como cobaias em experimentos médicos em Auschwitz, Polônia, 1943.
Crianças ciganas em estágio avançado de desnutrição. Elas foram usadas como cobaias em experimentos médicos em Auschwitz, Polônia, 1943.

5 - A política de perseguição evoluiu gradualmente para um sistema de extermínio em proporções industriais

Como já foi dito anteriormente, a perseguição começou de fato com a imposição de leis limitadoras cada vez mais incômodas. Os judeus foram afastados de todos os cargos públicos, suas crianças foram expulsas das escolas e se criaram instituições para expulsá-los do território alemão. Com o início da Segunda Guerra os cuidados para maquiar o anti-semitismo para a comunidade internacional cessaram, judeus agora eram obrigados a andar com uma estrela de identificação, gradualmente foram forçados a habitar regiões segregadas (os chamados guetos) onde faltava tudo, desde moradias suficientes até alimentação e ofertas de trabalho. Quando o conflito mostrou maiores dificuldades para a vitória nazista, entrava em cena a chamada Solução Final: prisioneiros eram levados para campos de extermínio, verdadeiras "fábricas de morte" movidas a envenenamento com um gás pesticida chamado Zyklon B. 

Essa é uma das imagens mais conhecidas quando o assunto é Holocausto. Se trata de um grupo de judeus rendidos após uma revolta no Gueto de Varsóvia, 1943.
Essa é uma das imagens mais conhecidas quando o assunto é Holocausto. Se trata de um grupo de judeus rendidos após uma revolta no Gueto de Varsóvia, 1943.

Trem lotado de judeus a caminho de Auschwitz, 1942.
Trem lotado de judeus a caminho de Auschwitz, 1942.

As paredes arranhadas transmitem o desespero de dentro de uma câmara de gás de Auschwitz.
As paredes arranhadas transmitem o desespero de dentro de uma câmara de gás de Auschwitz.

Pilha de óculos de prisioneiros confiscados pelos nazistas em Auschwitz, foto de 1945.
Pilha de óculos de prisioneiros confiscados pelos nazistas em Auschwitz, foto de 1945.

6 - A propaganda sobre o Holocausto foi muito explorada na Segunda Guerra Mundial

Ao longo do conflito os rumores sobre o que os nazistas faziam com seus inimigos foram explorados ao máximo. Por anos essas informações eram vistas com muita desconfiança. Do lado nazista a mensagem que se passava era que os prisioneiros estavam em lugares agradáveis e o ódio antissemita só aumentava uma vez que a evolução da guerra deixou claro que a derrota seria inevitável. Do lado dos aliados se explorou o Holocausto como forma de convocar países em um esforço contra as atrocidades do eixo. O excesso de simbolismo usado pelo Terceiro Reich facilitava a propaganda: imensas bandeiras, suásticas, runas e a liderança caricata de Adolf Hitler despertavam emoções intensas que variavam entre amor e ódio.

Judeu desnutrido se esforça para se manter de pé no campo de concentração de Buchenwald, na Alemanha, 1944.
Judeu desnutrido se esforça para se manter de pé no campo de concentração de Buchenwald, na Alemanha, 1944.

7 - Apesar das denúncias e forte propaganda, a libertação dos prisioneiros não era prioridade dos Aliados

Uma contradição amarga a ser lembrada é que os Aliados não direcionaram o esforço de guerra para a liberação dos judeus. Ao invés disso, se observou uma corrida pela aniquilação do Estado Nazista. Isso remete às divergências nos interesses políticos das duas partes que formaram as Potências Aliadas, o único elemento que ligava a União Soviética ao ocidente era o inimigo em comum (Hitler), no mais, eles eram adversários. Sendo o rápido avanço soviético no front oriental uma forte ameaça da dominação comunista no continente europeu.

Judeu encarregado de distribuir braçadeiras com a Estrela de Davi. A lei nazista exigia que o judeu se identificasse com esse símbolo.
Judeu encarregado de distribuir braçadeiras com a Estrela de Davi. A lei nazista exigia que o judeu se identificasse com esse símbolo.

8 - Nem todos os aliados de Hitler colaboraram com o Holocausto

Entre civis, diplomatas e até mesmo governantes, vale lembrar que nem todos aqueles que estavam alinhados com os interesses do Eixo ofereceram cumplicidade no Holocausto. Diferentemente de países como a Itália Fascista e a França Colaboracionista, que aplicaram leis antissemitas e deportaram seus cidadãos para campos de extermínio, houve casos de gente que ofereceu resistência e até se arriscou para salvar alguns judeus. A título de exemplo, diplomatas de diversos países como Portugal e Espanha abrigaram judeus e outras minorias em suas embaixadas. No caso da Espanha foi notável a maior resistência em entregar judeus, mas descobertas recentes evidenciaram que o ditador fascista Francisco Franco (ao contrário do que ele disse à comunidade internacional) entregou cerca de 6 mil judeus para Hitler.

Judeus em Berlim caminham com a Estrela de Davi costurada em suas roupas, 1941.
Judeus em Berlim caminham com a Estrela de Davi costurada em suas roupas, 1941.

Vista da entrada de Auschwitz - Birkenau, o principal campo de extermínio nazista, lugar onde morreram mais de um milhão de vítimas do Holocausto.
Vista da entrada de Auschwitz - Birkenau, o principal campo de extermínio nazista, lugar onde morreram mais de um milhão de vítimas do Holocausto.

9 - A população alemã em geral não sabia exatamente o que se passava nos campos de concentração

A demonização da ideologia nazista é um tema extremamente delicado quando lembramos que Hitler chegou ao poder de forma democrática e boa parte da população da Alemanha aprovava calorosamente o regime. De fato o racismo era algo presente naquela nação, mas isso não significa muita coisa: se você observar com cautela os principais jornais circulantes na Inglaterra e Estados Unidos naquele período, vai perceber que o racismo e a segregação também existia nesses países. Apesar de haver casos de violência explícita contra judeus por parte de civis alemães, as atrocidades cometidas nos campos de concentração eram mantidas em sigilo pelo alto comando nazista.

Jovem alemã se assusta ao ver os corpos exumados das vítimas do Holocausto. Os Aliados chegaram a desenterrar centenas de cadáveres para obrigar a população a encará-los em troca de comida, Namering, Alemanha, Maio de 1945.
Jovem alemã se assusta ao ver os corpos exumados das vítimas do Holocausto. Os Aliados chegaram a desenterrar centenas de cadáveres para obrigar a população a encará-los em troca de comida, Namering, Alemanha, Maio de 1945.

10 - Os dois lados da guerra tentaram distorcer o Holocausto

Quando se fala em Holocausto é comum remeter às grandes produções cinematográficas a respeito. Isso é grave, precisamos contextualizar o evento e o momento de sua revelação ao mundo: com o fim da Segunda Guerra Mundial a descoberta dos campos de concentração aqueceu o desejo de estabelecer uma pátria para os judeus, assim, se procurou potencializar o episódio com diversos artifícios. Muitas fotografias tiveram um cenário forjado, soldados recolheram e empilharam corpos, prisioneiros doentes foram selecionados a dedo para compor imagens chocantes.

Entendida a posição Aliada, deve-se observar com ainda mais atenção a postura dos chamados revisionistas. Entre estudiosos e completos leigos, eles utilizam fontes duvidosas para questionar uma das atrocidades mais bem documentadas da história. Eles são impulsionados por pensamentos simpáticos ao nazismo ou ódio religioso relacionado aos conflitos com a formação do Estado de Israel e a população palestina. O xiita Mahmoud Ahmadinejad, atual presidente do Irã, em uma declaração pública chamou o Holocausto de "mito", posicionamento comum entre os islâmicos mais radicais. A revisão da história, quando feita com seriedade, é um papel muito importante para desconstruir certas ilusões. A necessidade de reanalisar o Holocausto não seria de tamanha polêmica se dezenas de países não considerassem crime a sua prática, atitude gravíssima, uma vez que não existe tema histórico de veracidade incontestável.

Prisioneiros do campo de concentração de Buchenwald, Março de 1945.
Prisioneiros do campo de concentração de Buchenwald, Março de 1945.

O Jardim do Éden - Localização

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013





O Jardim do Éden, Jardim das Delícias ou Paraíso Terrestre é na tradição das religiões abraâmicas o local da primitiva habitação do homem.
Na tradição bíblica, o Jardim do Éden, do hebraico Gan Eden, é o local onde ocorreram os eventos narrados no Livro do Génesis (Gen., 2 e 3), onde é narrada a forma como Deus cria Adão e Eva, planta um jardim no Éden (a oriente), e indica ao homem que havia criado, para o cultivar e guardar.


A origem do termo "Éden" em hebraico parece derivar da palavra acade edinu, que deriva do sumério E.DIN. Em todas estas línguas a palavra significa planície ou estepe. A Septuaginta traduz do hebraico (gan) “jardim” para palavra grego (pa·rá·dei·sos) paraíso. Devido a isso, temos a associação da palavra portuguesa paraíso com o jardim do Éden.



A fim de localizar Eden é preciso entender as palavras antigas a ser utilizado. A "fonte" ou "cabeça" do rio é o que nós chamaríamos de "boca" do rio. Portanto, todos os quatro rios que deságuam no golfo Pérsico. Os rios Tigre e Eufrates são fáceis de localizar.Speiser identifica as possibilidades de os outros dois como a = Giom Diyala, Kirkha, ou Kerkha e = Psihon Kerkha, Karun, ou Wadi er-Rumma respectivamente.




Se Giom é identificado com Kerkha, em seguida, os rios do Éden estão listados em uma direção de leste a oeste, e o Pisom seria o rio Karun na Elam. Se Eridu pode ser equiparado a Eden, em seguida, o Jardim seria apenas leste de Eridu onde um canal ramo produzido colheitas abundantes (Fischer 1996, 222).Note-se que naquela época o golfo Pérsico teria sido estendido por todo o caminho de volta para Eridu e Ur.




Há uma outra nova identificação do Pisom rio com o Batin Wadi que foi visto a partir de fotos de satélite. Wadi Batin é um rio de secas, mas ao mesmo tempo que teria ligado a rios Tigre e Eufrates. Tem ver o Jardim do Éden foi localizado no último? para fotos e detalhes. Esta é uma possibilidade muito boa. O Giom seria então identificado com o rio Karun na Elam.Alguns pensam que a palavra hebraica "Eden" é a partir da palavra suméria "Edin", que significa "simples" e seu equivalente acadiano é edinu (Fischer 1996, 223) que se refere à terra entre os rios Trigris e Eufrates.




Outros estudiosos igualar o jardim do Éden com a descrição similar de Dilmun antiga. Veja Túmulos de Dilmun. Dilmun foi provavelmente o Bahrain ilha no golfo Pérsico. Há uma história suméria direito Enki e Ninhursag, que descreve um paraíso semelhante ao Éden só é chamado Dilmun. Diz:A terra Dilmun é puro, o Dilmun terra é limpa; O Dilmun terra é mais brilhante. Em Dilmun o corvo não profere gritos, profere ittidu O pássaro-no chorar do ittidu-pássaro, o leão não mata, O lobo não arrebata o cordeiro, o doente de olhos não diz "Eu sou doente de olhos," Os doentes de cabeças não (diz) "Eu sou doente de cabeça",  a velha não (diz) "Eu sou uma velha", o velho não (diz) "Eu sou um homem velho," Ele encheu os diques com água , Ele encheu a valas com água, Ele encheu os lugares baldios com água. O jardineiro na poeira na sua alegria (ANET 1969, 38-9).


A geografia em torno Eden parece ser o mesmo antes do dilúvio, bem como depois do dilúvio. Mesmos rios e montanhas são mencionados. Isto parece indicar que o dilúvio de Noé foi local. Há um excelente artigo sobre isso, John Munday Jr, intitulada Geografia do Éden desgasta Geologia Flood (Westminster Theological Journal 58:1. 123-44, 1996).




tradução: Pr Jose Silva IADRN

fonte: Institute for Biblical & Scientific Studies




“E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado” Gênesis 2:8 




A mesopotâmia é conhecida como sendo o berço da civilização, pois é nessa região que a humanidade começou. Ali Adão e Eva foram formados. 


O relato bíblico do livro de Gênesis nos fornece uma série de descrições geográficas, ricas em detalhes, servindo como uma preciosa fonte de pesquisas e informações que podem ajudar o estudante a localizar lugares e comprovar histórias. 


Eu acredito que esse fato ocorre devido à intenção que o escritor e o autor (Moisés e Deus) têm de mostrar a veracidade e realidade dos fatos e eventos descritos no livro. 


É importante notar que em toda a Bíblia, de Gênesis até o Apocalipse, sempre ocorreu uma preocupação de se detalhar os fatos, para que o leitor pudesse acreditar na sua veracidade. 


No caso do Éden, muitas informações geográficas são dadas, e serão comentadas a seguir. 


Mesopotâmia é uma palavra de origem grega e significa: “entre rios”. Esse nome foi dado devido à região estar localizada entre dois dos principais rios da região, o Tigre e o Eufrates. É um oásis em meio a uma região desértica.


O texto bíblico de Gênesis 2 nos dá informações importantes como: 


1. Do Éden nascia um rio que se dividia em quatro braços: Pisom, Giom, Tigre e o Eufrates;


2. A etimologia (origem) das palavras usadas;


3. Terras e lugares citados no texto; 


É importante observar que o texto de Gênesis, escrito por Moisés, foi desenvolvido apenas após o Dilúvio. Isto nos faz relembrar que antes da Torre de Babel, e conseqüentemente antes do Dilúvio todo o globo falava o mesmo idioma, todavia, as expressões citadas no livro de Gênesis, com relação ao Éden, têm sua origem em outros idiomas, que não o hebraico. Isso é de uma importância fundamental, como iremos ver. 


Alguns nomes são citados no texto (Gn 2:8-14): 


• Éden Nome que possui duas origens: a forma Suméria de Éden que quer dizer: "estepe", ou "campo aberto", ou o Semítico, denotando: "luxo" ou "delícia";


• Jardim Localizado ao Leste do Éden. Observe que o jardim era apenas uma parte territorial dentro da região denominada Éden;


• Um Rio Não denominado, vindo de fora do jardim e regando-o, dividindo-se em quatro braços;


• Pisom Primeira divisão do rio principal que vem até a terra de Havilá;


• Havilá Terra ou distrito;


• Giom Segunda divisão do rio principal que vem até a terra de Cuxe;


• Cuxe Etiópia (Cuxe em hebraico). Uma terra ou distrito;


• Tigre Terceira divisão do rio principal que vem até a terra da Assíria;


• Assíria (Asshur em hebraico);


• Eufrates Quarta divisão do rio principal; 


Os lugares citados no texto recebiam outros nomes, no período pré-diluviano, mas esses nomes não são utilizados por Moisés. Os nomes utilizados pelo escritor eram os nomes modernos – da época. Eram os nomes do período pós-diluviano. Então, uma pergunta nos vem à mente: Por que isso ocorreu? 


A resposta é simples: porque o autor queria que os leitores conseguissem identificar o local para ter a certeza da veracidade do texto. 


Vejamos alguns exemplos: 


"Assíria" (hebraico, Asshur) é um nome que os hebreus deram e que se origina de Asshur um filho de Sem, nascido depois do Dilúvio (Gn10:22). Então, no conceito hebraico o nome não existia antes do Dilúvio. 


"Havilá" é um nome pós-diluviano (Gn 10:29). 


"Etiópia" (Cush, ou Cuxe – Gn l0:6). Nome dado após o dilúvio, originário do neto de Noé, Cuxe, e filho de Cam. 


Isso é uma evidência forte de que o escritor estava usando nomes conhecidos na época. Esse é um fato de importância fundamental, pois mostra conclusivamente que ao usar nomes conhecidos o escritor tinha a intenção que os leitores da época conseguissem entender com clareza a mensagem e reconhecer geograficamente a localização do Éden. 


Daí a evidência conclusiva de que o lugar (Éden) era real. Se o escritor não tivesse a intenção de que o Éden fosse localizado, identificado, não teria dado tantas informações geográficas a respeito nem tão pouco teria usado os nomes conhecidos no período. 


Precisamos entender, ainda, que o jardim do Éden foi destruído com o Dilúvio, mas o local denominado biblicamente de Éden continuava lá, não o jardim, mas o local. 


Observe o fato de que o profeta Ezequiel usou o nome Éden para se referir a uma localidade existente em seus dias, em Ezequiel 27:23. Segundo esse texto o profeta Ezequiel localiza o Éden na região conhecida como Babilônia. 



Na Bíblia, o jardim do Éden não é só o nome do lugar onde Adão e Eva viveram, mas também uma representação metafórica do Jardim de Deus, isto é, o lugar onde Yahweh mora: Is 51:3; Ez 28:12-15, 31:8-18. 


A localização exata do Jardim do Éden permanece um mistério, todavia, o texto de Gênesis 2:8 afirma que Deus plantou o "jardim no Éden, da bando do Oriente", isto é, no Leste. 


Essa afirmação aponta para um lugar ao leste de Canaã, que também possuía quatro rios: o Pisom, o Giom, o Tigre e o Eufrates (vv. 10-14). 


O Tigre e o Eufrates como sabemos hoje em dia, sem sombra de dúvida, os dois rios da Mesopotâmia que possuem o seu curso inalterado ainda hoje. O Giom (possivelmente o hebraico para "esguichar") e Pisom (normalmente entendido como sendo uma forma do verbo semítico "pular para cima") são mais difíceis de se identificar. 


Muitos estudantes acreditam que o Giom é o rio Nilo, e que Cuxe é associado com Nubia, ao sul de Egito. Se esta associação estivesse correta, todo o restante da descrição do local do Éden não poderia fazer o menor sentido, porque nenhuma parte dessa região converge com o Tigre e o Eufrates. 


Outros identificam Cuxe como a terra dos Cassitas, ao leste do Tigre, também conhecido como Cuxe durante os tempos antigos. Esta teoria faz um sentido geográfico melhor. Finalmente, ainda há outra posição de alguns estudantes que acham que o Giom e o Pisom eram canais ou afluentes do Tigre e Eufrates. 


Há alguns anos uma equipe de pesquisadores conseguiu através de satélite tirar algumas fotos que mostram o leito de dois rios de grande porte juntos ao Tigre e ao Eufrates, que acredita-se tratar do Giom e do Pisom. 


Essa mesma região é conhecida pela sua terra de tom avermelhado. O interessante é que o texto bíblico relata que naquele lugar Deus fez o homem do pó da terra (Gn 2:7) e pôs nele o nome de Adão. É importante saber que a palavra Adão, no hebraico, significa: “Vermelho”. 


Assim sendo, localiza-se o Éden na região da Mesopotâmia, exatamente como o relato bíblico descreve, e o jardim do Éden ao Leste, contudo, o local exato do jardim não se sabe ao certo, mas as evidências históricas e geográficas são indiscutíveis: Um dia ele esteve ali. 


Satélite: leito dos rios, hoje secos (encontro com o Golfo Pérsico)




Teoria dos cientistas (onde possivelmente ficava o Éden)



Região hoje, debaixo d'água




 
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