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Médicos estão suplicando: Parem de usar esse tempero!

segunda-feira, 16 de outubro de 2017


Você sabe o que está comendo? Sabe mesmo? Não importa se é arroz com feijão, bife e batata-frita. Você realmente pode estar sendo envenenado todo santo dia e nem saber.
Mas como? A resposta vem fácil: o grande culpado é o glutamato monossódico ou GMS (MSG, Monossodium Glutamate, nome original em inglês). E o que é isso, afinal?
Basicamente um realçador de sabor, mais conhecido como um aditivo na comida chinesa. Infelizmente, hoje, é mais consumido do que imaginamos, ainda mais quando temos o costume de comer alimentos processados ou de restaurantes.
Só para que você comece a pensar em diminuí-lo (pelo menos) de sua dieta, saiba que o GMS é usado em sopas enlatadas, biscoitos (ou bolachas), carnes, saladas, refeições congeladas entre muitas outras.
Ele também pode aparecer nos restaurantes e supermercados, na lanchonete dos seus filhos e até na comida de bebê e em fórmulas infantis. Deu para ter uma ideia?
O problema do glutamato é que ele realça o sabor, ou seja, atua muito mais do que simplesmente um sal e uma pimenta, assim torna o sabor de carnes processadas, refeições congeladas, saladas e comidas enlatadas bem mais atraentes ao nosso paladar.

Mas o que é o glutamato realmente? Ou melhor, como ele surgiu em nossas vidas?

Em 1908, o japonês Kikunae Ikeda identificou que a substância natural incrementava o sabor, vinda da alga marinha. Assim, ele foi capaz de criar um aditivo alimentar, o famoso glutamato monossódico.
Foi assim que surgiu a Ajinomoto, sabia? Maior produtor deste produto que contém aproximadamente 78% de ácido glutâmico livre, 21% de sódio e até 1% de contaminantes.
Se você acha que o glutamato é um condimento ou um amaciador de carne está muito enganado. Ele pode estar realmente acabando com o seu corpo sem você saber. E como e por que isso acontece?
Ele tem o poder de enganar a sua língua, porque quando você o ingere tem a sensação de que o gosto é melhor. Na verdade, o GMS está usando o quinto estado de sabor, o umami. Esse é o gosto do glutamato também muito encontrado em comidas japonesas, no bacon e claro, no aditivo alimentar tóxico, glutamato monossódico.
E por que o produto ficou tão popular? Na realidade, como a maioria das coisas, o GMS chamou a atenção na Segunda Guerra Mundial, quando os militares americanos perceberam que a ração dos soldados japoneses era bem mais saborosa. A culpa disso? Glutamato, é claro.
Em 1959, a FDA ((Food and Drug Administration, ou Agência Norte-Americana de Controle de Alimentos e Medicamentos) classificou o produto como seguro e nada foi feito desde então. Agora as coisas começaram a mudar.
oje, parece que muitas pessoas já se sentiram mal após ingerirem a toxina deixando-os, inclusive, com palpitações cardíacas. Por isso, criaram até o nome para esse tipo de reação, chamada "complexo dos sintomas do GMS".
Ao que parece, glutamato pode ser muito mais perigoso do que acreditávamos. Segundo o doutor Russell Blaylock, neurocirurgião certificado, o produto é uma excito-toxina que superexcita as células podendo ser perigoso ou mortal, causando danos e pioras nas disfunções de aprendizado, mal de Alzheimermal de Parkinsonmal de Lou Gehrig, etc.
Segundo a FDA, "Estudos tem mostrado que o corpo usa glutamato, um aminoácido, como um transmissor de impulsos nervosos no cérebro e que há também tecidos que respondem ao glutamato em outras partes do corpo".
Além disso, "as anomalias no funcionamento dos receptores de glutamato tem sido conectadas com certas enfermidades neurológicas, como o mal de Alzheimer e a doença de Huntington (distúrbio caracterizado por movimentos musculares anormais espontâneos e irregulares). Injeções de glutamato em animais de laboratório resultaram em danos às células nervais do cérebro".
O problema maior é que muitas vezes jovens atletas, por exemplo, podem morrer sem causas específicas, mas se formos pesquisar mais adiante é provável que o glutamato seja uma das causas.
De acordo com o doutor, "Quando um excesso de excito-toxinas de origem alimentar, como o GMS, proteína hidrolisada de soja e concentrada, caseinato de sódio e aspartato do aspartame, são consumidas, estes receptores glutâmicos são superestimulados, produzindo arritmia cardíaca".

Alguns sintomas comuns do consumo regular do GMS

  • Obesidade
  • Danos oculares
  • Cefaleia (dor de cabeça)
  • Fadiga e desorientação
  • Depressão
Mas existem outros sintomas que podem ocorrer em certo grupo de pessoas, ainda mais naqueles que ingeriram uma grande quantidadeda substância:
  • Perda de sensibilidade
  • Sensação de queimadura
  • Formigamento
  • Pressão alta ou sensação de sufocamento
  • Dor no peito ou dificuldade respiratória

    -Cefaléia
  • Náusea
  • Palpitação cardíaca
  • Sonolência
  • Fraqueza
Se você tem algum desses sintomas recorrentes, talvez seja a hora de consultar um médico e entender melhor o que isso quer dizer para a sua saúde. Hoje, são cerca de 40% da população que pode ser afetada pelos efeitos do glutamato. Por isso, melhor observar.
Mas como você pode saber se o alimento que você consome contêm o GMS? Infelizmente, fica cada vez mais difícil de identificar, já que as empresas tendem a esconder a substância de suas embalagens. Assim, usam nomes que você provavelmente nunca ouviu falar para evitar que você deixe de levar o produto.
Entenda como funciona: A FDA exige que os produtores dos alimentos coloquem o ingrediente "glutamato monossódico" nas embalagens dos alimentos, mas não é obrigatório listar aqueles que contém ácido glutâmico livre, mesmo ele sendo o principal componente do GMS. Ficou claro?
O problema é que cerca de 40 ingredientes contém o ácido, mas fica difícil saber se eles são apenas nomes isolados.
Por isso, a melhor forma de evitar ser envenenado é simplesmente procurar por alimentos frescos e naturais, ou seja, não industrializados.
Não se esqueça, também, dos restaurantes que podem colocá-lo na comida sem você nem imaginar. Tente perguntar para o garçom as opções com pouco ou nenhum glutamato ou peça que o retirem de seu alimento. Se não quiser arriscar, a melhor opção é sempre comer em casa.
Aliás, por que não tomar mais cuidado com os alimentos que você consume? Procure sempre uma alimentação mais saudável, livre de aditivos tóxicos com ingredientes frescos e cultivados localmente. Só assim para ter certeza de que tudo está em sua devida ordem.
Lembre-se que no Brasil a situação é ainda pior, com uma grande quantidade de pessoas se alimentando do glutamato sem nem pestanejar. Aqui ele pode ser encontrado em temperos prontos, salgados como batata-frita com sabor de cebola, embutidos como salames, mortadela, presuntos, frios em geral, no molho de soja (nem todos) e em muitos produtos japoneses.
Fique esperto! Cuide da sua saúde!
Fonte: Best of Web

Dados sobre o nosso Planeta que quase ninguém conhece

sábado, 16 de setembro de 2017


Se você acha que o ser humano já descobriu tudo que tinha para descobrir sobre a Terra, está muito enganado. Muitos cientistas brincam que conhecemos muito menos sobre o nosso Planeta do que sobre o Universo.
Juntamos alguns dados interessantes sobre a Terra que muito provavelmente vão te surpreender. Confira.

O Everest não é a montanha mais alta do Planeta

O vulcão Mauna Kea, no Havai, tem 4.205 metros acima do nível do mar, mas sua maior parte fica embaixo d’água. A altura total é de 10.203 metros, ou seja, 1.355 metros a mais que o Everest. Ou seja, o Everest é a montanha mais alta acima do nível do mar.

Os países têm fronteiras ’superiores’

A linha de Kármán é uma linha que fica 100 km acima do nível do mar. Embora a atmosfera terrestre tenha muitos km a mais, a Associação de Aviação Internacional aceitou essa linha como o limite entre a atmosfera e o espaço exterior.

O lugar mais seco do mundo fica na Antártida

As pessoas costumam acreditar que o lugar mais seco do mundo é o deserto do Atacama, no Chile, onde não chove há muito tempo. Mas existe um lugar na Terra onde não chove há 2 milhões de anos, são os Vales Secos de McMurdo, localizados na Antártida. É também nesse lugar onde sopram os ventos mais fortes do Planeta.

Apenas 3% da água do mundo é doce

Mais ou menos 97% da água do planeta fica em mares e oceanos e não é potável em função dos minerais. Dos outros 3%, 70% ficam em geleiras e glaciares e 20% no lago Baikal, o maior do mundo, na Rússia.

O templo mais antigo do mundo tem mais ou menos 12 mil anos

As ruínas do santuário mais antigo do mundo, Göbekli Tepe se encontram em território turco. Os desenhos encontrados deram aos cientistas a possibilidade para supor que há aproximadamente 11 mil anos um cometa caiu na Terra, causando as temperaturas mais frias já registradas.

A Lua era parte da Terra

Segundo uma teoria de cientistas suíços, há 4,36 bilhões de anos a Terra tangenciou um hipotético planeta chamado Theia, que ’arrancou’ parte do nosso planeta e fez surgir a Lua.

Daqui a 250 milhões de anos os continentes voltarão a se encontrar

A Pangeia existiu há 335-175 milhões de anos e se dividiu em Laurásia e Gondwana, que deram origem aos continentes que conhecemos hoje em dia.
De acordo com alguns cientistas, daqui a 250-300 milhões de anos, todos os continentes voltarão a se encontrar, formando um super continente chamado a Última Pangeia.

Uma bactéria destruiu praticamente tudo que vivia sobre a Terra

Segundo a teoria de cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, Estados Unidos, a causa da extinção que aconteceu na Terra e fez desaparecer mais de 90% das espécies vivas foi uma bactéria chamada metanosartsina.
O aumento de sua quantidade nas águas dos oceanos há 252 milhões de anos provocou também uma extinção massiva de insetos.

A maior parte do Planeta sempre está ’mergulhada’ na escuridão

Os oceanos ocupam 71% da superfície da Terra. A profundidade que a luz do Sol alcança nos mares não passa de 200 metros, fazendo com que o restante (a grandes profundidades) fique sempre na escuridão. Sendo assim, a maior parte do nosso Planeta está praticamente mergulhada em uma escuridão sem fim.

A diferença de horário em dois países vizinhos pode ser de mais de um dia

Apesar da distância entre Samoa Americana e as ilhas que pertencem a Kiribati, a diferença de horário é de 25 horas.
Foto de abertura wikipediamomo/flickr

Pratos pelo mundo que usam de absoluta crueldade com os animais. Só para fortes, MESMO!

segunda-feira, 10 de abril de 2017

A questão de sacrificar animais para consumo humano já é mais do que discutida e envolve desde “veganistas” a carnívoros assumidos. Mas o fato é que a maioria de nós se vê seduzido por um belo churrasco ou um bife bem preparado e, na verdade, nem nos damos conta de que aquela refeição contou com o sacrifício de outros animais. No entanto, algumas culturas pelo mundo passam dos limites quando se trata de preparar e servir alimentos à base de carne animal. Vários pratos pelo mundo contam com altos níveis de crueldade que muitas vezes são feitas diante dos olhos do consumidor.
Veja abaixo, uma lista de pratos que são preparados com crueldade e que vão te deixar um pouco assustado.

1- Feng Gan Ji

O significado literal deste prato de origem tibetana é “frango seco ao vento”. Para prepara-lo é preciso ter muita habilidade em lidar com frangos, pois o chef vai arrancar suas penas, tirar suas vísceras, inserir temperos e costura-la em uma velocidade impressionante, pois o frango precisa estar vivo quando será pendurado ao vento para secar.  A ave é amarrada de cabeça para baixo ainda viva para que possa secar ao vento e chegar ao ponto de finalizar o preparo.

2- Monkey Brain

O cérebro de macaco é uma iguaria chinesa bastante tradicional e consumida por muita gente. O cérebro é consumido normalmente cru. Para consumir esta iguaria a preparação é bizarra e assustadora. A mesa tem um buraco no meio com tamanho suficiente para permitir que a cabeça do macaco possa passar. Quando o animal põe sua cabeça pelo buraco as pessoas quebram seu crânio, despejam óleo quente e, em seguida, usa uma colher de prata para alcançar o cérebro e comer naquela hora mesmo. O macaco ainda não “morreu” e continua se debatendo e gritando.

3- Ortolan


Em países europeus, como na França, uma simpática ave conhecida por lá como Ortolan e aqui no Brasil como Sombria é servida como prato principal em diversos restaurantes.  Tudo estaria bem se não fosse pela forma como o animal é preparado para tal. Dizem que depois de capturar a ave na natureza, os olhos do animal são furados com uma pinça e eles são condicionados a uma gaiola com espaço mínimo de forma que não podem se mexer. A ave é agressivamente alimentada com uma dieta pesada à base de milho, uva e figos até que alcance pelo menos quatro vezes mais o seu tamanho e seja então afogada em uma taça de Armagnac (uma espécie de conhaque). Em seguida o ortolan já morto é assado para que o consumidor possa degusta-lo inteiro, inclusive os ossos e as vísceras. Segundo informações, o conhaque nos pulmões explode com a mordida, o que, dá um sabor especial ao prato.

4- Huo Jia Lu


O nome do prato tem tradução de “burro vivo”. Até onde se sabe, é preparado, principalmente, na China, onde o consumo de carne de burro é comum. O ritual é bizarro: um burro tem suas pernas amarradas e seu corpo e pressionam seu corpo, enquanto os chefs de cozinha cortam seu corpo cru para servir imediatamente. O pobre animal ainda grita enquanto as pessoas consomem sua carne. O pior é que segundo relatos, o “divertido” é exatamente comer a carne do animal que ainda está vivo e urrando de dor.

5- San Zhi Er

A tradução para este prato chinês é, literalmente, “três gritos” e mais adiante você vai perceber porquê. Para “saboreá-lo” é preciso ter ratinhos recém-nascidos, hashis, temperos e coragem. Primeiro é preparado um molho que leva sal, pimenta, molho de hoisin e ervas à gosto. Os bebês são levados ainda vivos à mesa, e são segurados com os hashis (primeiro grito), depois são embebidos no molho até que comecem a afogar (segundo grito) e então são levados diretamente para a boca (terceiro e último grito). A receita é simples e não é para qualquer um!

6- Grilled Little Lamb

Mais cruel impossível! Uma ovelha grávida é morta e temperada ainda com o feto dentro. O animal é assado inteiro no carvão em brasas. A carne da mãe não tem muito valor, o que é altamente apreciado é a carne do bebê que estava sendo gerado. Segundo informações é uma carne tenra e muito saborosa. O prato é servido é grandes restaurantes asiáticos.
Fonte: http://diariodebiologia.com

Você tem costume de tomar chimarrão? Entenda porque você deveria sim, ter o hábito de tomar essa bebida

segunda-feira, 3 de abril de 2017


O tradicional mate, tomado em grupo na forma de chimarrão (principalmente no sul do país) ou como tererê (no sudeste e centro-oeste), interfere na absorção de alguns nutrientes e ajuda a eliminar algumas substâncias (principalmente tóxicas) do corpo, mas não influência na absorção das vitaminas. Muito pelo contrário, o chá-mate é considerado um dos alimentos mais completos por possuir uma grande quantidade de nutrientes essenciais ao nosso corpo, como alguns alcaloides (cafeína, teofilina, metilxantina e teobromina), vitaminas (principalmente do Complexo B), sais minerais (alumínio, cálcio, fósforo, ferro, magnésio, manganês e potássio), proteínas, açúcares, lipídios, celulose, dentre outros compostos. Pesquisas apontam que os benefícios são muitos, então para quem curte um “chima” ou um tererê, pegue lá seu mate e vamos a uma lista com alguns de seus benefícios para a saúde. Confira:
1- Ajuda na queima de calorias:
Com propriedades digestivas, o mate pode auxiliar em dietas e atividades físicas. Além de dar aquela disposição para exercícios devido a cafeína, eliminando assim a fadiga, graças a outros alcaloides em sua composição (como as metilxantinas) estimulam a queima de gordura. A principal vantagem em relação a outros estimulantes, como, por exemplo, o café, é que o mate não tem o mesmo efeito colateral de irritabilidade e insônia. No entanto, deve ser evitado por hipertensos, pessoas com problemas de ansiedade grave e por pessoas com anemia, já que possui substâncias estimulantes e que absorvem o ferro.


2- Controla os níveis de colesterol e a taxa de glicose no sangue
Estudos apontam que a erva mate é um grande aliado no controle do colesterol e diabetes. Inclusive, o consumo de chimarrão, associado ao remédio para colesterol alto, pode chegar a triplicar a eficiência do tratamento. A diminuição do colesterol se deve principalmente a duas substâncias encontradas no mate: as saponinas (que, dentre seus principais efeitos, está a ação anti-inflamatória) e compostos fenólicos (com forte ação antioxidante). Essas substâncias são responsáveis por bloquear a absorção de colesterol no intestino delgado e inibir a produção de gorduras no fígado. Os compostos fenólicos também são ótimos aliados para pessoas com diabetes, interferindo na síntese e absorção de açúcares.
3- A erva-mate tem ação diurética
Além das propriedades laxativas, as metilxatinas (cafeína e teobromina) possuem efeito diurético, o que faz com que mais água seja eliminada mais rapidamente do corpo. Por isso, o chimarrão não pode substituir a hidratação com água. Tomado quente, o chimarrão auxilia ainda mais como diurético. Por isso, apesar de ser um auxiliar para a prática de exercícios, é importante que após as atividades físicas ocorra a reposição de água.


4- O mate é benéfico para o sistema cardiorespiratório e nervoso
Por ser um tônico estimulante do coração e do sistema nervoso o mate pode proporcionar benefícios para estados depressivos. Também auxilia na resistência muscular (e consequentemente evitando fadiga), regula e regenera algumas funções da respiração, além de ajudar na parte cognitiva, dentre outros efeitos. A erva também auxilia na “potência” de outros músculos, pois é um afrodisíaco, ajudando a combater a infertilidade e impotência.
5- Atenção aos vaidosos: a erva mate previne o envelhecimento
Por possuírem antioxidantes (como os compostos fenólicos), combatem o envelhecimento celular, tendo assim um papel importante na regeneração das células. Dessa forma, apesar de não ser uma “fonte da juventude”, o mate ajuda a prevenir o envelhecimento precoce. Ele também ajuda a prevenir uma das doenças mais comuns na terceira idade: a osteoporose.
Bom Devanir, como você viu, o mate tem muito benefícios e é um alimento bem completo. Não há uma quantidade estabelecida que se pode tomar durante o dia, e sendo um diurético, seus excessos serão apenas eliminados na urina. A única ressalva nesse sentido é para o seu consumo (e de qualquer outro líquido) durante as refeições, pois atrapalham o processo digestivo.

Fontes: http://diariodebiologia.com


O fim da hemodiálise: cientistas apresentam “rim biônico” e garantem o primeiro transplante para 2017

sexta-feira, 31 de março de 2017




Quando os rins deixam de funcionar, a hemodiálise surge como uma opção de tratamento que permite remover as toxinas e o excesso de água do seu organismo. Hemodiálise é um procedimento através do qual uma máquina limpa e filtra o sangue, ou seja, faz parte do trabalho que o rim doente não pode fazer. O procedimento libera o corpo dos resíduos prejudiciais à saúde, como o excesso de sal e de líquidos. Ser dependente desta máquina é o pesadelo de muitas pessoas.  e, uma vez ligada a ela, somente um transplante renal poderia resolver o problema. Atualmente, pelo menos 20 mil brasileiros estão na fila de espera por um rim. Mas essa longa espera estar com os dias contados.
As notícias são muito boas: Pesquisadores da Universidade da Califórnia em São Francisco, nos EUA, criaram o primeiro rim artificial biônico, capaz de realizar o trabalho de um rim saudável com perfeição e pretendem lança-lo em 2017. Segundo os desenvolvedores, o aparelho tem menos que 1% de chance de rejeição, pois é feito a partir de células renais e pode ser implantado em pacientes com doenças renais para libertá-los de uma vez por todas da máquina de hemodiálise.
O “rim biônico”, como tem sido chamado, tem filtros feitos em carboneto de silício, células vivas e é bio-híbrido. O aparelho funciona com uma série de microchips e é movido pelo coração humano para filtrar os resíduos da corrente sanguínea. O protótipo tem o tamanho aproximado de rim natural saudável e consegue regular a pressão arterial e o equilíbrio entre sódio e potássio no corpo.
O primeiro transplante previsto para 2017 será implantado como teste, e os especialistas ainda não sabem quando a novidade chegará ao mercado.  “Este projeto cria uma solução permanente para o problema de escassez no transplante de órgãos. Estamos a aumentar as opções para as pessoas com doença renal crônica, que de outra forma seriam forçadas à diálise “, disse William Fissell, autor do projeto.

Fonte: http://diariodebiologia.comtransplante-para-2017/

Qual a ferroada mais dolorosa do mundo?

domingo, 19 de março de 2017


Uma dor extremamente aguda, capaz de fazer você perder a os movimentos, a fala e somente gritar, paralisado, em posição fetal. Essa é uma pequena descrição do que pode parecer a dor da ferroada mais dolorosa do mundo, segundo alguns especialistas sobre o assunto e segundo alguns relatos de pessoas que foram vítimas desse tormento.

A dona do ferrão que proporciona a ferroada mais dolorosa do mundo, aliás, é conhecia popularmente como vespa caçadora  e tem o nome científico de Pepsis formosa pationii. De um tamanho de meter medo em qualquer um, somente a fêmea dessa especie é causa tanta dor ao ferir seus inimigos.

E o motivo para isso é simples: ela caça aranhas caranguejeiras, muito maiores que elas próprias, para servir ainda vivas às suas ninhadas de larvas-filhotinhas. Os machos, como não têm essa função de alimentar a família, não conta com o veneno torturante

Mas, o mais interessante de tudo é que o veneno das vespas caçadoras não é mortal e serve apenas para paralisar suas vítimas (o que funciona muito bem, aliás). Outro detalhe sobre essa espécie de inseto, dona da ferroada mais dolorosa do mundo, é que, quando adultas, as vespas nem carnívoras são e se alimentam, basicamente, de pólen. Meigo, não?
De acordo com os estudiosos da vespa caçadora, todo o estrago que ela causa no corpo de suas vítimas, inclusive no de seres humanos (centenas de vezes maiores que ela) dura apenas 3 minutos. No entanto, a dor desse período é tão intensa que a pessoa deseja morrer. Não é à toa, aliás, que a ferroada mais dolorosa do mundo está classificada como nível 4 no Índice de Dor de Ferroadas de Schimidt, o nível mais alto da escala; e descrita como “ferozmente elétrica”.
Alguns relatos, por exemplo, dizem que a ferroada mais dolorosa do mundo tem o mesmo efeito de uma descarga muito forte de eletricidade no corpo. Há ainda quem tenha descrito a ferroada mais dolorosa do mundo como se todo o sangue de seu corpo tivesse se tornado ácido, ao mesmo tempo em que estava sendo eletrocutada.

De acordo com pesquisadores do Texas Parks and Wildlife, nos Estados Unidos, a recomendação, caso as pessoas sejam atacadas por uma vespa caçadora, é de apenas deixar e começar a gritar, já que ninguém consegue manter a coordenação verbal e física nesses momentos. Fora isso, não há o que fazer a não ser esperar os efeitos da ferroada mais dolorosa do mundo passar.

Mas, em meio a tantas descrições de dor, há uma notícia boa. Estudiosos afirma que, embora a vespa caçadora seja ousada (pelo fato de não ter muitos predadores naturais), elas não costumam ser uma ameaça ao ser humano. Quem entende do assunto garante que ataques espontâneos das donas da ferroada mais dolorosa do mundo são raríssimos e que elas só ficam irritadas, e se defendem, caso as pessoas resolvam fazer algo muito estúpido, como tentar pegá-las.

Abaixo, você vê um ataque da vespa caçadora, responsável pela ferroada mais dolorosa do mundo:

Sobre cocô: Por que é marrom? Por que flutua? Por que fede? E muitas outras respostas!

sábado, 18 de março de 2017



Fezes humanas são material restante após a digestão e absorção dos alimentos pelo tubo digestivo dos seres humanos. Geralmente têm aspecto castanho-parda e pastoso, porém pode aparecer nas mais variadas formas, tamanhos e cores. Nos seres humanos o alimento pode levar cerca de nove horas para transitar no organismo e chegar como uma massa uniforme ao intestino grosso, onde permanece por cerca de três dias. Nesse período parte da água (10 a 12 litros) e sais é absorvida, para que na região final do cólon a massa fecal se solidifique, transformando-se então nas fezes.
Apesar de ser produto da nossa excreta,  considerado nojento e muitas pessoas se negarem a falar sobre isso, selecionamos algumas perguntas que sempre são feitas sobre este tema:

1- Por que o cocô flutua?

Bem… Nem todo cocô flutua. Aqueles que possuem pouca quantidade de gordura ou bolhinhas de ar no seu interior afundam como uma âncora. Tudo depende da alimentação. Alimentos como feijão e repolho aumentam o volume de gás nas fezes, o que resulta em puns e facilita que o cocô flutue, mas isso não faz mal. Já o excesso de gordura não é saudável: fezes engorduradas geralmente indicam problemas no pâncreas ou no fígado. Nos dois casos as fezes flutam como barquinho de papel!

2- Por que é marrom?

O cocô é colorido pela estercobilina, um pigmento escuro formado no final da digestão a partir da oxidação do estercobilinogênio, que, por sua vez, é produto da digestão da bílis – líquido que ajuda a quebrar a gordura e absorver nutrientes no intestino. Quanto mais as fezes demoram para sair, mais estercobilina é produzida, e a coisa vai ficando preta.

3- Pode ajudar a desvendar crimes?

Dá para identificar um suspeito por amostras de DNA retiradas de fezes e até mapear o comportamento do criminoso a partir da sua alimentação mais recente. Também é possível examinar o trato digestivo para investigar, por exemplo, se o suspeito engoliu drogas.

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4- Por que o milho aparece intacto nas fezes?

Com a evolução ganhamos dentes menores e por isso mastigamos os alimentos parcialmente, como no caso do milho e feijão na qual o revestimento mais externo libera o grão mais interno. O revestimento externo do milho, por exemplo (a parte amarela), é quase que totalmente celulose, que hoje é incapaz de ser digerida com o aparelho digestivo que adquirimos com a evolução. Ele passa pelo intestino inteiro intocado, e sai parecendo um grão inteiro, apesar de ser somente a parte externa. O interior do grão é de amido e digerível, e essa é a parte que conseguimos de fato comer.

5- Quanto uma pessoa produz diariamente?

Em média, cerca de 150 gramas (54 quilos por ano, cerca de quatro toneladas ao longo da vida). Os dez milhões de portugueses geram, diariamente, 1500 toneladas. As fezes acumulam-se na parte final do intestino grosso, o reto, um segmento com cerca de 15 centímetros de comprimento. Quando o conteúdo residual alcança cerca de 30 gramas, abre-se o esfíncter interno, a musculatura que liberta as fezes. Simultaneamente, o cérebro envia um sinal para alertar para a necessidade de ir ao banheiro.

6- Por que fede

 O fedor do cocô – e do pum – é causado por compostos sulfurosos produzidos pelas bactérias em contato com o alimento no intestino. Doenças como pancreatite, fibrose cística e infecções intestinais atrapalham a digestão, e os restos de alimentos não digeridos aumentam o mal cheiro!
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7- Fazer sentado é o melhor jeito?

Não. Por incrível que pareça a melhor posição é agachado. Essa posição relaxa a musculatura que controla a saída das fezes, evitando que restos de fezes se acumulem, o que pode facilitar o surgimento de apendicite e de infecções no cólon. A razão disso é um músculo chamado “puboretal”, que age como um estilingue para o reto e mantém a nossa continência intestinal. Quando sentamos no vaso sanitário, o domínio sobre o reto é solto, mas isso acontece de forma parcial. Na postura de cócoras, todos os órgãos e músculos envolvidos na defecação relaxam, permitindo a liberação muito mais fácil das fezes. Inclusive já existe uma espécie de banquinho para melhorar a posição de usar o vaso sanitário.

FONTE: http://diariodebiologia.com
 
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