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Apêndice: Sua função ainda permanece um enigma para a medicina? Talvez não!




Há algum tempo era comum afirmar que o apêndice não apresentava nenhuma função em nosso corpo, mas na verdade esse órgão pode ser muito útil.
  No formato de um verme, localizado no fim do intestino grosso, o apêndice já evoluiu 32 vezes entre os mamíferos, é o que revela a pesquisa realizada por um grupo de cientistas estadunidenses incluindo o biólogo Heather Smith e o cirurgião William Parker. A descoberta reforça a ideia de que o apêndice ajuda a proteger nossas bactérias intestinais benéficas quando uma greve infecção nos ataca.
Um dos primeiros cientistas a teorizar sobre a função do apêndice foi Charles Darwin. Na época ele havia identificado apenas em humanos e em grandes primatas. Sua hipótese era de que antepassados distantes destes animais sobreviveram a uma dieta de folhas, e assim que chegava a região do ceco, parte do intestino grosso que recebe conteúdo do intestino delgado, as bactérias presentes ajudariam a quebrar o tecido vegetal.
Mais tarde, Darwin especulou que os ancestrais mudaram para uma dieta à base de frutas mais fáceis de digerir. A partir dessa mudança na alimentação o ceco já não era tão necessário para ajudar no processo digestivo dos alimentos e começou a encolher. Devido ao apêndice se encontrar depois do ceco, Darwin pensou que a região é uma de suas ex-dobras que teriam se contraído. Por isso, ele achava que o apêndice não tinha função.
  Heather Smith, biólogo evolucionário da Universidade do Centro-Oeste, no Arizona, e William Parker, um cirurgião que estuda o sistema imunológico da Duke University Medical Center, coletaram informações sobre as dietas de 361 mamíferos vivos, incluindo 50 espécies que apresentam apêndice; os dados foram projetados para mostrar a árvore evolutiva dos mamíferos. Na pesquisa, eles descobriram que as 50 espécies estão espalhadas amplamente por toda a árvore, o que indica que a estrutura deve ter evoluído de forma pelo menos 32 vezes, e talvez até 38 vezes.
  Com base na informação dietética na árvore evolutiva, os pesquisadores puderam descobrir se o apêndice aparece quando um determinado grupo de mamíferos muda sua dieta. Na maioria dos casos, não havia nenhum sinal de uma mudança na dieta, sugerindo que a evolução do apêndice não ocorria necessariamente como Darwin pensava, através da alimentação.
Eu concordo com a afirmação geral de que o apêndice evoluiu várias vezes em mamíferos, mas acho que a contagem exata ainda está em debate", acrescenta Olaf Bininda-Emonds, biólogo evolucionista da Universidade de Oldenburg, na Alemanha. Há dúvidas se todas as 50 espécies consideradas por ter um apêndice realmente evoluíram alguma vez. Quando apenas os casos claros estão incluídos, o apêndice evoluiu 18 vezes, diz ele.
Os pesquisadores confirmaram que o apêndice desempenha uma função útil no corpo de vários mamíferos, agora a busca é para identificar que função é essa. A equipe de pesquisa pode ter essa reposta. Em 2007, Parker e seus colegas sugeriram que o apêndice tem uma função imunológica, atuando como uma "casa segura" para bactérias intestinais benéficas. Estas bactérias ajudariam a treinar o sistema imunológico, além de poder prevenir doenças patogênicas. Uma vez que o sistema imunológico acabasse com a infecção, as bactérias benéficas emergiram do apêndice rapidamente para recolonizar o intestino.
O termo “casa segura" faz sentido para Indi Trehan, pediatra do Instituto de Saúde Pública da Universidade de Washington. Ele estudou recentemente a importância de manter as bactérias do intestino no tratamento de pessoas com desnutrição.
O médico concorda com a pesquisa, mas aponta que apenas 50 das 361 espécies de mamíferos incluídos na análise têm um apêndice. "É de se perguntar por que um traço com tal função não seria universal", diz ele. Ou seja, os mistérios a cerca do apêndice ainda não foram todos solucionados, conclui Indi Trehan.
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